quarta-feira, 20 de maio de 2009

O deserto e a terra prometida

Hoje, assistindo a imagens de praias paradisíacas, passeios sobre dunas e dias de sol e calor, lembrei-me do deserto e da jornada dos israelitas para chegar à terra prometida. Parafraseando a história de Moisés, comparei as praias aos lugares de deleite que todos almejamos alcançar, e as dunas, aos obstáculos que se nos surgem na caminhada até eles.
É engraçada a relação entre as bênçãos e promessas de Deus para as nossas vidas e as dificuldades que temos de vencer para conquistá-las. É uma relação entre deserto e terra prometida. É fato, por exemplo, que todas as vezes que imaginamos alguma coisa boa se realizando não a veremos acontecer de um dia para o outro, mas somente depois de um período de adversidades, que geralmente compõe o processo da conquista.
Coisas semelhantes sucederam a Jesus. A Bíblia relata que, antes de o ministério do nosso Senhor ter início, o Espírito Santo o conduziu ao deserto, onde permaneceu, em jejum, por quarenta dias e quarenta noites, sendo tentado e sujeito a provações.
O deserto, no entanto, é um lugar de aprendizado. No deserto, aperfeiçoamo-nos e nos desenvolvemos, numa generosa ocasião de crescimento. As lutas e situações que temos de aprender a administrar são oportunidades para atingir um novo patamar de experiência e maturidade, de modo que, antes de constituir-se um motivo de murmuração e descontentamento, o deserto é uma condição a que se dar graças.
No momento certo, aquele que, Ele próprio, venceu o deserto porá um fim ao seu sofrimento. Tudo está nas mãos de Jesus Cristo, a quem também pertencem o ouro e a prata, o doar e o reter e o domínio sobre todas as circunstâncias. Quando Ele der ordem ao deserto da sua vida para que termine e aos anjos para que o sirvam, nada o poderá impedir de ultrapassar todas as barreiras e experimentar as bênçãos do Pai nesta terra... prometida.
Que Deus o abençoe,
Ap. Rina

sexta-feira, 3 de abril de 2009

como a águia desperta a sua ninhada

como a águia desperta a sua ninhada

1 Coríntios 13:11
“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.”
Paulo está falando do seu crescimento espiritual.
Efésios 4:13
“Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo.”
São dois entre muitos textos que citam a necessidade do crescimento espiritual.
A salvação precisa ser desenvolvida.
Todo aquele que crê precisa de amadurecimento.
Somos desafiados a chamada do crescimento, só que dói.
Tem gente que não quer crescer, mas é importante crescer, pois Deus quer que você cresça.
Deuteronômio 32:1-12
“Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca.
Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.
Porque proclamarei o nome do Senhor.
Engrandecei o nosso Deus!
Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nele injustiça; é justo e reto.
Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada.
É assim que recompensas ao Senhor, povo louco e ignorante? Não é ele teu pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu? Lembra-te dos dias da antiguidade, atenta para os anos de gerações e gerações; pergunta a teu pai, e ele te informará, aos teus anciãos, e eles to dirão.
Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
Porque a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança.
Achou-o numa terra deserta e num ermo solitário povoado de uivos; rodeou-o e cuidou dele, guardou-o como a menina dos olhos.
Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas, assim, só o Senhor o guiou, e não havia com ele deus estranho.”
Este é um texto que registra um cântico de Moisés.
Esse cântico começa a narrar a maneira que o seu povo vinha do Egito até aqui.
É uma ilustração perfeita para descrever o cuidado de Deus para com eles, mas também é uma fase de transição.
Verso 11 (Como a águia ensina os filhotes a voar e com as asas estendidas os pega quando estão caindo, assim o Senhor Deus cuida do seu povo.) NTLH
Moisés enxerga esta transição como uma águia que prepara os filhotes para voar.
Esta era uma linguagem clara para eles, porque era comum ver águias naquela época, porém para nós é necessário estudarmos um pouco sobre as águias.
A águia sabe identificar o momento certo em que seus filhotes vão aprender a voar.
Ela coloca seus filhotes nas asas, e em um vôo que mais se parece com um inocente passeio, ela começa a bater as asas com mais intensidade e os filhotes são despencados, e eles obrigatoriamente são estimulados a baterem as asas para voar.
Geralmente eles não conseguem voar no primeiro susto, e por isso é necessário que a mãe faça isso mais algumas vezes.
Este é o momento em que é exigido o crescimento do filhote.
O fato é que Deus tinha levado o seu povo como águia para o deserto e após, eles iriam para a terra prometida, mas eles tinham que crescer, e esta fase dói.
É quando o fácil vai embora e de repente fica o difícil.
Esta é a hora que o cristão começa a duvidar até da sua chamada.
Será que era esse o caminho?
Este é um tempo de sentimento de abandono, você se sente sozinho.
Às vezes, Deus impede ou atrasa os sonhos que ele tem para você, porque você não quer crescer, você fica revoltado com o tratamento dele, e então você começa a ver a sua vida dando voltas.
Tem gente que não agüenta e não quer mais aprender a voar. Muita gente fica magoada com Deus e se sente desprezada.
O que a entrada para a terra prometida mudaria na rotina dos israelitas?
O que significaria esse novo começo?
Os israelitas receberiam um susto sobrenatural.
Eles não tinham como plantar, pois estavam no deserto, e por isso teriam que depender totalmente de Deus.
Êxodo 16:14-15; 31-35 (maná)
“E, quando se evaporou o orvalho que caíra, na superfície do deserto restava uma coisa fina e semelhante a escamas, fina como a geada sobre a terra. Vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Pois não sabiam o que era. Disse-lhes Moisés: Isto é o pão que o Senhor vos dá para vosso alimento.”
“Deu-lhe a casa de Israel o nome de maná; era como semente de coentro, branco e de sabor como bolos de mel. Disse Moisés: Esta é a palavra que o Senhor ordenou: Dele encherás um gômer e o guardarás para as vossas gerações, para que vejam o pão com que vos sustentei no deserto, quando vos tirei do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná e coloca-o diante do Senhor, para guardar-se às vossas gerações. Como o Senhor ordenara a Moisés, assim Arão o colocou diante do Testemunho para o guardar. E comeram os filhos de Israel maná quarenta anos, até que entraram em terra habitada; comeram maná até que chegaram aos limites da terra de Canaã.”
Até chegarem a Canaã eles só comiam maná.
Em Canaã eles tinham que procurar a sua própria comida.
josué 5:12
“No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã.”
Eles vêm dependendo de Deus de maneira sobrenatural, mas agora eles têm que se esforçar para ter comida.
Eles provaram as delícias de Canaã.
O crescer vem de Deus, no início da caminhada nós experimentamos o maná.
1) DEUS NOS SUSTENTA DE FORMA SOBRENATURAL
É a fase que você tem altas visitações espirituais, tem cada revelação com a leitura da Palavra, tudo fala contigo, é amostra grátis.
Depois de um tempo, parece que a fonte seca, a leitura fica enfadonha, agora você lê os mesmos textos, as mesmas promessas, mas nada produz mais o mesmo efeito.
Quando isto acontece ficamos críticos, enjoados, o coração endurece, parece até o relacionamento do ímpio com Deus, você fica morno até esfriar.
Mas se você permite o crescimento, você começa a bater as asas e começa a se alimentar sozinho.
É a hora que você terá de buscar a Deus de verdade, vai ter que realmente estudar a Palavra.
2) DURANTE O DESERTO ELES RECEBIAM UM CUIDADO SOBRENATURAL
As vestes e as sandálias não se gastaram por 40 anos.
Deuteronômio 29:5
“Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália.”
A moda não mudou em 40 anos.
Só quando eles saíram do deserto surgiram os primeiros estilistas, foi quando eles começaram a fabricar suas próprias roupas e sapatos.
3) ORIENTAÇÃO SOBRENATURAL
Êxodo 13:21-22
“O Senhor ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite. Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite.”
No deserto eles eram orientados diariamente e continuamente, mas ao chegarem a Canaã tudo mudou.
Josué 3:2-4
“Sucedeu, ao fim de três dias, que os oficiais passaram pelo meio do arraial e ordenaram ao povo, dizendo: Quando virdes a arca da Aliança do Senhor, vosso Deus, e que os levitas sacerdotes a levam, partireis vós também do vosso lugar e a seguireis. Contudo, haja a distância de cerca de dois mil côvados entre vós e ela. Não vos chegueis a ela, para que conheçais o caminho pelo qual haveis de ir, visto que, por tal caminho, nunca passastes antes.”
No início é tudo espetacular, parece que os profetas estão sempre atrás de você, mas o tempo vai passando e raramente você passa a ver isso, e nem é tão sobrenatural assim.
Você tem que aprender a buscar sozinho a direção profética para a sua vida.
Você precisa crescer para aprender a escutar a voz de Deus.
Sai do ninho irmão, começa a bater asa, cresce, começa a falar com Deus, Ele vai falar contigo.
4) ENQUANTO ISSO, NO NINHO, A ÁGUIA EXPERIMENTA A PAZ, ISTO É, A AUSÊNCIA DE GUERRA.
Se o povo continuasse reto no caminho, eles iriam encontrar com os filisteus e encontrariam guerra, e eles ainda não estavam preparados para enfrentar uma guerra.
Se você achou que na tua caminhada com Jesus não houve guerra, pode esperar.
Vai batendo as asas, e as coisas vão melhorando, e vai chegar uma hora que sua asa vai ser do tamanho daquela águia com mais de dois metros.
Há um sentimento que precisa ser vencido para que você aprenda a voar, e esse é o sentimento de rejeição, a rejeição é uma ferramenta que Deus usa para te aperfeiçoar.
Tem gente que não consegue entender assim.
Mas foi assim com Moisés que foi rejeitado pela própria família que o adotou, pelo próprio povo.
José do Egito foi rejeitado pelos irmãos.
Nem mesmo os irmãos de Jesus criam na chamada dele, Pedro o negou e Judas o traiu.
João 7:5“Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele.”
João 1:11
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.”
Marcos 6:1-6
“Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra, e os seus discípulos o acompanharam. Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilhavam, dizendo: Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? E não vivem aqui entre nós suas irmãs? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes e na sua casa. Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar.”
Jesus suportou tudo, e só começou a gritar quando começou a sentir-se rejeitado por Deus.
Por que até Jesus teve que passar por isso?
Hebreus 5:7-9
“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.”
Ele cresceu, ganhou autoridade.
Você nunca vai receber autoridade de algo que você não tenha vencido.
Deus os abençoe,
Ap. Rina

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Devocional

GERANDO FILHOS ESPIRITUAIS

Uma das sensações mais agradáveis a um líder é a certeza de formar um corpo com sua congregação. Não importando a procedência de cada membro, o melhor é saber que somos “um”, que somos um corpo, que somos uma família. De fato, o conceito divino de Igreja nunca esteve associado a edifícios, programações, métodos ou organizações (que são, antes, necessidades humanas), mas ao conceito de família. A Igreja é um organismo vivo, uma família, originária dos relacionamentos entre pessoas que, por sua vez, relacionaram-se previamente com Deus por meio de Jesus. E o projeto de Deus para a Igreja é que essas famílias se reproduzam ao longo das gerações. Deus olha para a humanidade pela perspectiva genealógica. Seu plano espiritual inclui a reprodução contínua da família, manifesta especialmente na geração de “filhos espirituais”. E se não dermos continuidade ao que está sendo feito, corremos o risco de presenciar a morte dos projetos de Deus no nosso meio. Quando não produzimos filhos, nossa posteridade espiritual é atrofiada, nosso legado é dissipado: tornamo-nos apenas um vento que passou numa geração, abortando a geração seguinte. Um dos segredos do sucesso da Igreja primitiva está justamente na geração de filhos, expressa particularmente no texto bíblico em 1Cor. 4:15-17:Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores. Por esta causa, vos mandei Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja. Nesse trecho, o apóstolo Paulo, na condição de pai da Igreja de Corinto (visto que a gerou no Evangelho), envia Timóteo para ministrar aos fiéis, como se ele próprio os tivesse ministrando. Timóteo, que fora treinado, ensinado e discipulado por ele, acompanhando-o em viagens e recebendo da mesma unção, como filho de primeira geração, poderia ministrar em seu lugar como se ele mesmo estivesse ministrando. Observe que (no verso 17) Paulo não diz, “Por meio de Timóteo, vocês se lembrarão dos caminhos de Deus, ou dos caminhos de Jesus”, mas, “[Ele] vos lembrará os meus caminhos em Cristo Jesus”. O que Paulo quer dizer é que ele é um referencial, um modelo para a Igreja, que os fiéis devem viver do mesmo modo que ele, pois essa é a vontade de Deus. Foi por isso que a Igreja primitiva expandiu na terra. A comprovação da perspectiva genealógica de Paulo é vista em 2Timóteo 2:2, quando diz a esse discípulo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros”. Paulo está orientando Timóteo a que, ao ouvir os testemunhos sobre ele, transmita-os a outras pessoas (que formarão uma segunda geração) e que essas pessoas sejam capazes de, da mesma maneira, transmiti-los a outras (que formarão a terceira geração e assim sucessivamente). E, à medida que Timóteo transmite os ensinamentos de Paulo a outros, e esses por sua vez, os passam aos seguintes, Paulo (pai de Timóteo) torna-se, avô, bisavô e tataravô de muitas gerações.O mesmo deve acontecer conosco: Deus nos chamou a gerar uma linhagem espiritual e essa é também uma promessa para cada cristão. Deus deseja que nos tornemos pais espirituais e que, depois de nós, nossos filhos gerem outros filhos, perpetuando a família. Essa é a nossa herança e que deverá ser apresentada no céu, quando estivermos diante de Cristo. No “Dia do Senhor”, o fruto do nosso ventre é que será ofertado: “Herança do SENHOR são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Salmo 127:3).Não é fácil gerar filhos. Como a geração de filhos faz parte da mentalidade de um novo tempo, do despertar para a necessidade de paternidade da parte de Deus na terra, essencialmente, a geração de filhos é parte de um período de transição e todas as transições são muito difíceis. Quando Deus faz algo novo e somos obrigados a entrar em territórios desconhecidos, sentimo-nos desorientados, desgastados e pressionados e entramos em conflito muito facilmente. Uma das primeiras dificuldades que enfrentamos é o fato de que a paternidade exige muito de nós. A chegada de um filho transforma completamente as nossas vidas, não apenas inserindo-nos em uma nova rotina, mas mudando o enfoque das nossas prioridades. Aquele que deseja gerar filhos deve pensar menos em si mesmo e concentrar-se no que Deus está realizando por meio de sua vida. É necessário pensar como Paulo, em 1Cor. 10:33: “assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos”; ter a atitude de desprendimento de Abraão, ao despedir-se de Ló, colocando-se em segundo plano para que a segunda geração tivesse a primazia (leia Gen. 13); e a abnegação do próprio Jesus que, “sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza vós vos tornásseis ricos” (2Cor. 8:9).Há também que se superar dois sentimentos antagônicos: por um lado, a tristeza pela possibilidade de incompreensão por parte dos filhos (uma vez que, ao crescerem, eles geralmente se rebelam, os pais passam de heróis a retrógrados e existe sempre muita ingratidão); e, por outro lado, o ciúme que se possa nutrir intimamente por eles. No caso ministerial, esse problema é tão sério, que pode levar um líder não apenas ao sentimento de posse com relação aos membros (julgando-os seu rebanho em vez de rebanho do Senhor [leia 1Pedro 5:2]), como incorrerem em situações de competitividade com outros líderes, tão prejudicial à vida espiritual e à Igreja como corpo. E, por fim, há que se vencer o próprio medo de envelhecer. Se gerar filhos significa tornar-se patriarca de gerações (ou seja, não apenas pai, mas avô, bisavô, e assim por diante), o que fatalmente implica em envelhecimento, há que se ter em mente o Salmo 92:14, que nos assegura que “Na velhice [os que geram] darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor”. De fato, para gerar filhos é preciso seguir o exemplo de Elias. Elias foi um profeta muito ungido e que, ao transferir a sua unção para Eliseu, forjou as gerações vindouras dos filhos de Israel. As instâncias dos feitos de Elias são conhecidas: seu destemor ao desafiar o Rei Acabe e os caminhos tortuosos da nação israelense (1Reis 18:17-18), sua fé ao orar para que não chovesse sobre a terra por três anos e meio (lembrado pelo apóstolo Tiago, em Tg 5:17), o que realmente aconteceu; e são conhecidas também as suas falhas: por exemplo, por preferir andar sozinho a maior parte do tempo, Elias incorreu em situações de julgamentos errôneos e sentiu-se desencorajado, tornando-se propenso a ciladas do inimigo (leia 1Reis 19:3-4). Aquele que se isola sempre se torna um alvo fácil. No entanto, ao transferir a capa a Eliseu, ao mesmo tempo que Elias lhe confere (e assim à geração seguinte) uma porção dobrada de sua unção, continua em sua posição de honra, pois, aquele que é enviado não é maior do aquele que o envia. Embora Eliseu tenha realizado o dobro das obras de Elias, Elias permaneceu como o profeta maior. E o mesmo pode ocorrer conosco: se confiarmos os assuntos de Deus às gerações que nos precedem e as treinarmos a depender somente Dele (jamais de nós mesmos!), ao mesmo tempo que os veremos cheios de poder e realizando obras até mesmo maiores, perceberemos o nosso próprio crescimento. Quanto mais damos, mais recebemos de Deus. Quanto mais unção se transfere, mais o nosso vaso se enche. E, porque geramos, veremos o nosso próprio ministério triunfar em vitória.
Deus o abençoe
Ap. Rina.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Arrebatamento de Elias

DEVOCINAL
Reis 2 ''O arrebatamento de Elias''.
*Aqui na historia de Elias vejo que ele tinha um sucessor cujo o nome era Eliseu onde o mesmo foi fiel com Elias até o dia
que o Senhor o arrebatou para junto dele.evejo que nos dias de hoje todos nós prescisamos de um sucessor para que ande conosco.
Você tem um sucessor?Quem é o seu sucessor?
Eliseu foi persistente com Elias que por 3 vezes pediu prara deixar ir com ele onde o SENHOR avia mandado .E quando eles chegaram no ultimo lugar onde o SENHOR mandou Elias ir era no rio Jordão.E ali Elias um homem temente a DEUS em grande profeta se deparou com o rio Jordão,e ali com ele alem de Eliseu
tinha mais 50 homens e todos eles prescisavam atravessar o rio,então elias com a sua capa tocou as água e então o rio abriu para os dois lados,e assim todos poderam passar.
Hoje você esta prescisando que o rio se abra para você?
Para Deus nada é impossivel,apenas prescisamos nos possicionar diante de Deus não só como filhos mais como servos que confiam e que teme ao Senhor todo poderoso.
Assim como Elias que feriu a água e o rio si abriu,Hoje não é diferente com nós,qual é o rio que você quer que se abra para você?
Elias usou uma capa isso é simbolico mais não foi a capa que fez o rio se abrir mais foi a fé e a confiança que ele tinha no Senhor.
Amados onde vocês tem depositado a fé e aconfiança?
Prescisamos depositar tudo somente em DEUS porque é ele qum nos sustenta e nos da forças todos os dias.
E ali quando eles tinham terminado de atravessar o rio Elias perguntou para Eliseu: oque queres que eu te faça?
E então então Eliseu respondeu :quero porção dobrada do seu Espirito.
Esse Espirito é o mesmo que esta em mim e em você é o doce Espito Santo de Deus.
Você deve esta si perguntando oque é porção dobrada, ou esta dissendo Eliseu é louco pediu porção dobrada.
Queridos porção dobrada é algo que vem do alto que o Espirito Santo nos dá,isso nos aproxima muito mais de Deus.
Você quer o mesmo poder que Jesus tem?quer mais intimidade com DEUS?
Peça isso ao Senhor que ele te dá.Em joão 3:22 dis assim:
E qualquer coisa que lhe pedimos Dele a receberemos,por que guardamos os seus mandamentos, e fazemos oque agradavel a sua vista.
Em joão 4:14-15 dis tambem: E eat É confiança que temos nele,que se pedimos alguma coisa segundo a sua vontade ele nos ouve.
E sabemos que nos ouve em tudo que pedimos,sabemos que alcaçamos a pedição que lhe fizemos.
A palavra nos mostra que se guardarmos a palvra do Senhor em nossos corações e confiar nele tudo quanto pedimos ele nos concedera.
Então não se intimide de pedir porção dobrada para Ele porque ele quer te dar.
E ali mais a frente Elias fala para Eliseu: coisa dura pedite,se você me ver quando eu for assim vai ser feito mais se não me ver não vai acontecer.
Quero chamar sua atenção para esse versiculo, assim é comigo e com você quando estamos conversando com o Senhor ,as vezes pedimos coisas pra o Senhor e Ele dis
coisa dura me pedi,mais memso assim te darei si você me buscar e ser fiel a mim então manisfestarei minha gloria em sua vida.
Deus quer de nós que buscamos a Ele todos os dias com intencidade,nossa sede por Deus não pode ser saciada,mais sim temos que ter uma sede insaciavel por Ele todos os dias e uma fome encontrolavel da sua palavra.
Temos que desejar a presença Dele temos que buscar a intimidade é isso que Ele quer de nós amados,e isso fara mover o coração de Deus e Ele derramará em nós a sua porção dobrada do seu Espirito.
E para finalizar,no ultimo versiculo Eliseu e Elias estavam andando e conversando quando um carro de fogo desceu do céu e arrebatou Elias .
E exatamente isso acontecera com nós quando o Senhor Jesus voltar dos altos céus e nos buscar para junto Dele,e sei que você quer que muitas pessoas subam com você quando Ele vim te buscar,por isso é que temos que ir e falar do evangelho, Elias fez isso enfrentou exercitos principes,reis e muitas outras autoridades,assim pode ser comigo e com você.
Amados deixo uma ultima pergunta para vocês:Deus quer usar você e você esta disposto a ser usado?
Ide por todo mundo pregar o evangelho a toda criatura (Marcos 16:15)
Que essa palavras edifiquem sua vida Amém.
Fica na paz!!!
Tatiana Penalva